IV Inovagri International Meeting

Pensar na gestão e com o conhecimento acadêmico contribuir para o uso racional da água. Com este objetivo há dez anos foi criado o Instituto INOVAGRI. A ideia surgiu durante uma reunião na sede da Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado do Ceará.

Desde então, o INOVAGRI desenvolve diversas atividades que vêm contribuindo para levar aos campos irrigados de todo o Brasil uma nova perspectiva em três vertentes: a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e a inovação da agricultura irrigada.

Para celebrar a primeira década de atividades, o Centro de Eventos do Ceará recebe em outubro o INOVAGRI International Meeting. A comunidade científica mundial estará em Fortaleza discutindo e multiplicando o conhecimento sobre os temas que envolvem o uso da água na agricultura.

Para o evento são esperados 60 palestrantes nacionais e internacionais. Além disso, mais de 800 estudantes, pesquisadores, profissionais e interessados pelo setor, vindo de todos os Estados e de vários países que irão fazer apresentações de trabalhos científicos e promover discussões acerca dos temas. Serão 5 dias de evento, promovendo um intercâmbio de conhecimento entre os envolvidos com a temática água no meio rural, com foco principal em irrigação e drenagem agrícola.

O IV INOVAGRI INTERNATIONAL MEETING é uma realização do Instituto INOVAGRI.

Relação de Trabalhos em ordem alfabética
Título Acessos
TROCAS GASOSAS DO MILHO VERDE SOBMETIDO A DIFERENTES LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO E DOSES DE NITROGÊNIO 51
TROCAS GASOSAS E POTENCIAL HÍDRICO DA CANA-DE-AÇÚCAR IRRIGADA COM ÁGUAS SALINAS 69
TROCAS GASOSAS EM DIFERENTES ÉPOCAS DE CULTIVO DE MELÕES CANTALOUPES SOB ESTRESSE SALINO 61
TROCAS GASOSAS EM PLANTAS DE GOIABEIRA SUBMETIDAS À SALINIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO E DOSES DE NITROGÊNIO 51
TROCAS GASOSAS EM PLANTAS DE NONI SUBMETIDAS À SALINIDADES E CULTIVADAS EM DOIS AMBIENTES 57
TROCAS GASOSAS EM PLANTAS DE SOJA IRRIGADAS COM ÁGUAS SALINAS EM SOLO COM BIOFERTILIZANTE BOVINO 48
TROCAS GASOSAS FOLIARES EM DEZ GENÓTIPOS DE CITROS IRRIGADOS COM ÁGUA SALINA 49
TROCAS GASOSAS NA COUVE-FLOR CULTIVADA EM SISTEMA HIDROPÔNICO NFT COM ÁGUAS SALOBRAS 62
TROPICAL AND WINTER FORAGES IRRIGATED: BIOMETRIC AND PRODUCTIVE PARAMETERS 47
UAV AND TIRS-LANDSAT-8 USING FOR ACTUAL EVAPOTRANSPIRATION ESTIMATION ON CHARDONNAY VINEYARD IN PINTO BANDEIRA, RS, BRAZIL 61
UMIDADE ATUAL E INSTANTÂNEA DO SOLO - MÉTODO DA DENSIDADE 60
UNIFORMIDADE DA DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA E DA UMIDADE DO SOLO EM ÁREA IRRIGADA POR GOTEJAMENTO 55
UNIFORMIDADE DE APLICAÇÃO DE ÁGUA COM FONTES DE NITROGÊNIO EM SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO 58
UNIFORMIDADE DE APLICAÇÃO DE ÁGUA E EFICIENCIA DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO EM ÁREA CULTIVADA COM MELANCIA 55
UNIFORMIDADE DE APLICAÇÃO DE ÁGUA EM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR ASPERSÃO EM ÁREA DE PASTAGEM IRRIGADA NO SEMIÁRIDO CEARENSE 73
UNIFORMIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO UTILIZANDO DIFERENTES TAXAS DE INJEÇÃO DA CALDA FERTILIZANTE 57
UNIFORMIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA EM UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO 63
UNIFORMIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DE GOTEJADORES OPERANDO COM ÁGUA COM MACRO E MICRONUTRIENTES 57
UNIFORMIDADE DE DISTRIBUIÇÃO DE POTÁSSIO SOB DIFERENTES TAXAS DE INJEÇÃO UTILIZANDO INJETOR VENTURI 71
UNIFORMIDADE DE DISTRIBUIÇÃO EM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO OPERANDO COM EFLUENTE TRATADO 60
UNIFORMIDADE DE IRRIGAÇÃO E FERTIRRIGAÇÃO EM SISTEMA DE ASPERSÃO FIXA EM PASTAGEM 61
UNIFORMIDADE DE UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR GOTEJAMENTO NA CULTURA DO SORGO SACARINO 52
USING AQUACROP FOR CROP BEAN ACCORDING TO DIFFERENT DEPTH IRRIGATION 53
USO DE ÁGUA SALINA E LÂMINAS DE IRRIGAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE SORGO NO NORDESTE BRASILEIRO 53
USO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS NA PRODUÇÃO DE MUDAS DE CARAÍBA 52
Uso de águas salobras no cultivo hidropônico de coentro sob intervalos de recirculação da solução nutritiva 46
USO DE EFLUENTE DOMÉSTICO TRATADO PARA PRODUÇÃO DE GIRASSOL ORNAMENTAL 64
Uso do efluente da carcinicultura na irrigação do arroz e seu efeito nas características químicas do solo 59
USO DO EPANET 2.0 NA DETERMINAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE PRESSÃO EM UM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO DO TIPO PIVÔ CENTRAL 59
USO DOS MODELOS WEPP E RUSLE NA SIMULAÇÃO DA PERDA DE SOLO EM ÁREA DECLIVOSA 55
VALIDAÇÃO DA DENDROMETRIA COMO FERRAMENTA DE DECISÃO A IRRIGAÇÃO DO CAFEEIRO 51
VARIABILIDADE ESPACIAL DA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA DE UM LATOSSOLO AMARELO DE TABULEIROS COSTEIROS SOB PASTAGEM 55
VARIABILIDADE TEMPORAL DA SALINIDADE DAS ÁGUAS SUPERFICIAS DOS RESERVATÓRIOS NA SUB-BACIA DO ALTO JAGUARIBE 59
Variação temporal da taxa de crescimento de Melissa Officinalis L. submetida a diferentes frequências de irrigação 56
VARIAÇÃO TEMPORAL E ESPACIAL DO SÓDIO DISPONÍVEL EM SOLO DURANTE REUSO DE ÁGUA RESIDUÁRIA 68
VARIATION OF CULTURE PRODUCTIVITY IN THE FUNCTION OF WATER DISTRIBUTION OF EMITORS 66
VAZÃO IDEAL DE GOTEJADORES PARA A CULTURA DO INHAME (Dioscorea cayenensis) EM DIFERENTES TIPOS DE SOLO 52
VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO E INFILTRAÇÃO ACUMULADA EM SOLO SEM COBERTURA VEGETAL, UTILIZANDO ANÉIS CONCÊNTRICOS 69
VELOCIDADE DE INFILTRAÇÃO PELO MÉTODO DE ANÉIS CONCÊNTRICOS EM LATOSSOLO VERMELHO DISTRÓFICO COM E SEM COBERTURA VEGETAL 72
VIABILIDADE DA UTILIZAÇÃO DE SISTEMA FOTOVOLTAICO NA GERAÇÃO DE ENERGIA RENOVAVEL PARA IRRIGAÇÃO 54
VIABILIDADE ECONÔMICA DA IRRIGAÇÃO DO MILHO-VERDE EM FUNÇÃO DA DISTÂNCIA DA REDE DE ENERGIA ELÉTRICA DE ALTA TENSÃO 45
VIABILIDADE ECONÔMICA DA UTILIZAÇÃO DA ÁGUA SUBTERR NEA NA IRRIGAÇÃO DO MILHO-VERDE EM TERESINA PIAUÍ 46
VOLUME DE RECIPIENTE E FREQUÈNCIA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUÇÃO DE Lactuca sativa L. SEMI-HIDROPÔNICO 52
WATER CONSUMPTION ESTIMATE FOR MOMBAÇA AND Cynodon spp. GRASSES IN EXCLUSIVE CROPPING AND OVERSEEDED WITH WINTER FORAGE 50
WATER ECONOMIC USE ON DRIP IRRAGATED MAIZE IN THE REGION OF SERTÃO ALAGOANO 47
WATER INFILTRATION VELOCITY IN A YELLOW RED ARGISOL IN THE FARMING OF SWEET CORN AND SUNFLOWER 51
WATER REQUIREMENT OF CHARDONNAY VINEYARDS IN ‘SERRA GAÚCHA, SOUTHERN BRAZIL 61
ZONEAMENTO DE RISCO CLIMÁTICO PARA A CULTURA DO MILHO, UMA NOVA ABORDAGEM METODOLÓGICA APLICADA AO CLIMA DA PARAÍBA 49
ZONEAMENTO HIDROLÓGICO POR MEIO DA RELAÇÃO DOS PARÂMETROS DE CURVAS DE PERMANÊNCIA DE VAZÃO COM VARIÁVEIS AMBIENTAIS 47